O crescimento da computação em nuvem questiona os modelos tradicionais de uso da tecnologia pelas empresas, mas por ser democrática, a nuvem que pode ser aliada de qualquer negócio, independente do tamanho ou área de atuação

A Amazon, considerada a maior varejista do mundo, até o final do ano passado não possuía nenhuma loja física. O Uber, maior empresa de táxi do mundo, não possui um único veículo em seu nome. O Alibaba, varejista mais valioso do mercado, não conta com depósitos de mercadorias e o Airbnb, maior provedor global de hospedagem, não é dono de um único quarto de hotel.  Citamos ainda o Netflix, maior distribuidor de vídeos sob demanda, mas que não possui estúdios.

São os chamados negócios disruptivos ou digitais, que atraem investidores e crescem ao redor do mundo em uma velocidade difícil de acompanhar. Atraídos por uma clientela crescente e conectada, questionam os modelos tradicionais de fazer negócios.

O diferencial dessas empresas está no alinhamento entre estratégia e tecnologia, que funcionam em uma relação de codependência, onde a aquisição de bens são dispensáveis, sendo possível utilizar recursos disponíveis no mercado através de uma rede de parceiros, em um ciclo onde todos os envolvidos são beneficiados. Por trás de toda essa estrutura funciona uma estrutura tecnológica de ponta, acessível e de fácil utilização.

Servidores

Nos modelos de negócios tradicionais a tecnologia também executa o seu papel, mas, mesmo não sendo o negócio da maior parte da empresas, toma muito tempo, consome muitos recursos e traz preocupações aos gestores. Nesse caso estamos falando de empresas que optaram por manter grandes estruturas de hardware para abrigar suas informações.

Em contrapartida, muitas empresas já utilizam a computação em nuvem em suas estratégias, agregando eficiência, segurança enquanto eliminam um contingente de preocupações e custos antes necessários.

Na vida cotidiana as pessoas acessam tecnologias em nuvem o tempo todo, em seus próprios tablets, notebooks e smartphones. Muitas empresas não conseguem oferecer aos usuários as mesmas experiências comuns do dia a dia no ambiente de trabalho. As empresas que fazem isso, rompem as fronteiras dos escritórios, ampliando a produtividade e colaboração destas equipes que estão o tempo todo online.

As equipes Always on, como são chamadas trabalham a partir de qualquer lugar conectadas à internet, sem que as empresas invistam em servidores e conexões complexas e de alto custo. Os ambientes de trabalho mais modernos e funcionais estão disponíveis na nuvem e muitas empresas que adotaram essa tecnologia viram suas salas de servidores desaparecerem, bem como os custos de upgrades e manutenções. Como resultado ganharam em segurança, estabilidade e produtividade, mantendo esse novo perfil de profissional engajado e participativo.

São equipes que podem trabalhar em home office, internos em clientes, no trânsito ou de qualquer lugar acessando o ERP e informações na nuvem. Do lado da nuvem, equipes inteiras se mobilizam para manter a continuidade, pois trabalham com SLA de 99,5%.

No que se refere a segurança, podemos afirmar que sim, é seguro. Os ambientes são preparados para não parar. Contam com contingência de internet, energia e refrigeração, backup das informações e acesso criptografado em 2 camadas. Seus dados são replicados em instâncias ao redor do globo e o monitoramento funciona 24 x 7 x 365 dias por ano. Trata-se de um nível de segurança acessível a pouquíssimas empresas, como os bancos, por exemplo.

O melhor nessa história, é que os custos não são assustadores, já que as empresas contratam como serviço, pagando um valor mensal por essa estrutura que é flexível e definida para acompanhar o crescimento da empresa. Dessa forma, as empresas contratam conforme sua necessidade, democratizando o acesso a todos os portes de empresas, com a mesma qualidade e a segurança.

A nuvem já está presente e as empresas que pensam no futuro já caminham rumo a ela. Os profissionais utilizam a nuvem no dia a dia e estão totalmente familiarizados com essa tecnologia. As empresas estão conhecendo e aderindo. Podemos afirmar que até 2020, uma empresa que não tem nuvem, será tão rara quanto não ter acesso a internet.

É tempo de refletir sobre os rumos dos negócios e considerar a tecnologia dentro do planejamento. Seu uso agrega diferencial e reforça a boa reputação digital das empresas. Em tempos de sequestro de dados e de crise econômica, por que se preocupar com infraestrutura interna de servidores? A nuvem tem uma oferta adequada a cada tipo de empresa, basta escolher a sua.

Grazielle Viana é gerente de relacionamento da M2 Solution, empresa nacional atuante na oferta de soluções customizadas em nuvem.